Obama afirma que alienígenas “são reais”, mas nega mistério sobre Área 51 dos EUA
Em uma revelação que agitou o debate sobre vida extraterrestre, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que alienígenas “são reais”. A afirmação foi feita durante uma entrevista ao comentarista Brian Tyler Cohen, divulgada no YouTube no último sábado (14).
Obama, no entanto, fez questão de desmistificar a ideia de que esses seres estariam sendo mantidos em segredo em instalações governamentais, como a famosa Área 51. Ele negou veementemente qualquer conhecimento sobre a existência de estruturas subterrâneas na base, em Nevada, abrigando extraterrestres.
O ex-presidente, conhecido por sua abordagem ponderada, sugeriu que, a menos que exista uma “enorme conspiração” que tenha escapado até mesmo do presidente dos Estados Unidos, não há evidências de que seres de outros planetas estejam sob custódia governamental. As declarações foram feitas em um tom que misturou seriedade e um toque de humor. Conforme informação divulgada pelo YouTube, Obama confessou que sua primeira pergunta ao assumir a presidência em 2009 foi, de forma descontraída, “onde estão os alienígenas?”.
Críticas à Política Migratória de Trump
Na mesma entrevista, Barack Obama aproveitou para tecer críticas contundentes à política migratória do atual governo de Donald Trump. Ele mencionou especificamente as operações realizadas por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis.
Segundo Obama, a mobilização de agentes federais nesses estados ocorre “sem diretrizes claras”. Ele descreveu situações em que pessoas são retiradas de suas casas, chegando a mencionar o uso de uma criança de cinco anos como “isca” para alcançar os pais.
“Profundamente Preocupante e Perigosa”
O ex-presidente classificou a atuação dos agentes federais como “profundamente preocupante e perigosa”. Ele comparou o uso de gás lacrimogêneo contra multidões, que supostamente não estariam cometendo crimes, a episódios vistos em “países autoritários e ditaduras”.
Obama ressaltou que tais cenas não são condizentes com os valores e práticas tradicionalmente associados aos Estados Unidos, reforçando seu descontentamento com a condução da política de imigração sob a gestão de Trump.